quarta-feira, 17 de outubro de 2012

HÁ BOBOS E OS bObOS


Se é comprovado cientificamente eu não sei, mas minha teoria sobre o boból, aquele tipo Geraldon, é que ele acontece em uma geração e na seguinte não. Essa tendência a se divertir com nada e por nada, apesar do nada e sem nada, saca.

Pois bem, hoje dia das crianças fui acordada por mirmã às 7 da manhã para me desejar feliz dia das crianças, ela estava num pique de duas horas da tarde, cantou, riu - sozinha - até eu entender o que estava acontecendo. Finalizou com um convite para irmos ao supermercado.

Nesse momento pensei que fosse uma piada e caímos na gargalhada uma zoando a outra até desligarmos porque realmente ela ia para o supermercado e estava com pressa. Tentei voltar para a cama, mas uma comichão tomou conta de mim.

Imediatamente sai ligando para meus irmãos desejando um feliz dia das crianças e todos receberam com zoação, rindo, balbuciando como criança,  com todos brinquei mesmo sendo cedo em um dia em que provavelmente todos gostariam de dormir mais um pouco.


Agora de tarde mirmã me liga decepcionada com sua experiência com seus sobrinhos para quem ela ligou no mesmo pique que ligou para mim desejando feliz dia das crianças. 

O diálogo foi:

Ela para todos - Oi bom dia, hoje é dia de bagunça, dia das crianças, parabéns iupi!

Primeiro sobrinhos - não, não vou fazer bagunça, tchau tia.
Segundo sobrinho - ah tá, obrigada tia tchau.
Terceiro sobrinho   -  O que você quer tia, tô mau.
Quarto sobrinho     - ah,  tá bom.

O único do sobrinho que embarcou na bagunça, riu e zoou foi o que tem 30 anos, o resto foram curtos e grossos com a tia cheia de amor para dar, toda se achando.

O que está havendo com essas crianças? Cada dia mais simpáticas!!!!!

Enfim viva o boberol dos maiores de 30.

Aliás não é a toa que a música nos alerta “não confie em ninguém com mais de trinta”.

Hilzia Elane - outubro 2012

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