sexta-feira, 6 de agosto de 2010

UMA ÁRVORE EM ENCHANTE VALE

Hoje mais do que nunca senti a tua falta, falta da tua voz, dos teus cabelos, de tuas mãos...

...Meu coração bate por algo, que não sei nem como definir, e a tal ponto que só em pensar em ti já o sorriso abraça meus lábios. De tal modo cativaste-me que basta apenas fechar os olhos para que tua imagem apareça viva qual chama luminosa que afaga meus olhos pobres e cansados a lembrar-me que tu existes e és real.

E no doce silêncio desta madrugada, teu nome ao qual não paro de escutar, parece música a meus ouvidos qual marulhar alegre das ondas que como que brincando acariciam a areia.

Hilzia do sorriso singelo, da amizade profunda, que funda em meu peito arrancando-me um brado de alegria por tua ternura e graça.

Hilzia do Enchante Vale vivido, trazido fio por fio ao dia-a-dia de nossas vidas tornando sempre presente o passado, que a cada dia renovado parecemos sempre um novo amanhecer, que em sua aurora de luz lembram-me teus cabelos soltos ao vento daquelas verdes matas, emoldurando teu belo rosto de flor e por causa da flor que és, dentre todas a mais bela, deste o toque final com tua presença, minha amada, à aquele dia que nunca mais será um qualquer dia, naquele que para mim, por ti, será sempre um vale encantado encravado com ferro e fogo dentro do meu coração.
Que tu tenhas um bom dia.

daquele que te ama

27.04.78

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