Quem foi que disse: amar não dói? Dói sim, e muito. E de diferentes maneiras. Existem dois tipos de dores de amor. Identifiquei-as sentindo... O primeiro tipo é quando o relacionamento termina e a gente segue amando,, mesmo tendo de se acostumar com a falta do outro, com o sentimento de perda, de rejeição e, o pior, ainda não conseguindo nem ver a luz no fim do túnel, já que estamos tão doloridos. A outra, por incrível que pareça, é quando começamos a ver a tal luz no fim do túnel...
Quem foi que disse: a dor de amor não é física? Certamente, quem disse isso nunca amou. Até porque é justo essa que derruba a gente. Mais físico do que isso é impossível. Como é que não é física a falta de beijos e abraços, a falta do cheiro, do toque e do calor, a dor de ver que não se é mais importante para aquele(a) que era nossa razão de viver? Ainda bem que tudo passa... E quando esta dor passa, aí começa um outro tipo de dor: a da despedida. Não do ser amado, este já se foi. Tarde. A fila já andou. A dor agora é a da faxina geral. A dor de esvaziar o coração, para remover a saudade e ficar livre. Livre para, finalmente, conseguir transformar aquela pessoa especial em um ser humano comum, sem graça, nem pouco especial para a gente. E fazer isso também dói muito.
Às vezes, nem amamos tanto assim. Mas a sensação de estar amando é tão gostosa que nos acostumamos, e fica difícil se libertar dela. Já ouvi muitas amigas dizendo que não conseguem se esquecer de seus ex-amores. Na verdade, talvez sem perceber, elas não querem ficar sem essa sensação gostosa. Sem o gostinho gostoso de achar a vida maravilhosa. Tudo fica lindo! Sem problemas. Tudo tem justificativa.
Sabe o que eu acho? Acho que só de pensar em começar tudo de novo... Hum... Talvez seja melhor deixar as coisas como estão. Mesmo que por pura preguiça. Aí tudo bem... O problema é que precisamos continuar, voltar a ser alegres e dispostos. mas para isso é preciso definitivametne deixar ir o amor que já foi. E aceitar que acabou.
Isso é dor-de-cotovelo. É uma dor chatinha, que não pára. Insistente... E quando finalmente a bandida passa, a gente sempre acha que está doendo um pouquinho. ´|E uma dor que nos confunde. Até parece ser a mesma dor do início, mas já é outra. Quem nos deixou, ou quem deixamos, já não nos interessa mais...
Amar é um verbo intransitivo. Quem foi que disse? Definitivamente, amar é transitar, talvéz até o tempo inteiro. Para amar é preciso saber transitar muito bem. É este o segredo1O amor nos faz percorrer muitos caminhos, vivenciar fortes emoções, dividir outros tantos sentimentos e. principalmente aprender. Amando aprendemos a conhecer o outro e a nós mesmos. Precisamos nos conhecer. Devemos nos dar essa chance. Só então a gente poderá amar de novo;
OLÁ HILZIA,
ResponderExcluirAMOR DÓI E DÁ UMA DESPESA MISERÁVEL! (RS).
BRINCADEIRA, OK?
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