Ontem me vi envolvida por braços carinhosos, aconchegantes, amigáveis.
Vi meu corpo de volta a um espaço que há algum tempo ele não adentrava.
Eu estava sendo abraçada. Não um abraço de amigo urso, aquele rapidinho de tapinhas no ombro e sim de irmão urso, aquele gostoso, macio, fofo, apertado, firme, suave, de colo acalentador.
Abraços que meu espírito estava saudoso e eu mesma não tinha tomado noção disso.
Abraço no espírito! É isso existe.
Conheci uma pessoa que abraçava sempre com vontade. Ela nunca dava meio abraço, esses abraços de banda, quando abraçava era para valer, ela era toda abraço. Tenho muitas saudades daqueles abraços, mas eles se foram para sempre.
Há alguns anos fui também abraçada de uma forma bem diferente, excentricamente, encantadoramente, incendiantemente, estonteantemente e concentricamente rumo a minha alma. Abraços deliciosos.
Ontem foram abraços de pessoas estranhas, pessoas que vi pela primeira vez e seus abraços me fizeram sorrir com a alma e eu feito uma criança abraçava-os sempre que tinha uma nova oportunidade e suas receptividades me levavam ao abandono de encontro ao colo que tenho sentido falta ultimamente.
Foi muito gostoso e revitalizante.
Hoje encontrei meu querido amigo Caneca na rua e nos abraçamos demoradamente como nunca dantes nos abraçamos, foi tão bom! E repetimos abraços para matar as saudades que tínhamos um do outro.
Creio que minha carência de abraços já está saindo do negativo, mas não quero mais deixar o nível de abraços negativar novamente na minha vida, então preparem-se porque eu vou abraçar e é muuuuuuiiiiiiiiittttttttttoooooooooo.
Hilzia Elane
agosto/2012
Vi meu corpo de volta a um espaço que há algum tempo ele não adentrava.
Eu estava sendo abraçada. Não um abraço de amigo urso, aquele rapidinho de tapinhas no ombro e sim de irmão urso, aquele gostoso, macio, fofo, apertado, firme, suave, de colo acalentador.
Abraços que meu espírito estava saudoso e eu mesma não tinha tomado noção disso.
Abraço no espírito! É isso existe.
Conheci uma pessoa que abraçava sempre com vontade. Ela nunca dava meio abraço, esses abraços de banda, quando abraçava era para valer, ela era toda abraço. Tenho muitas saudades daqueles abraços, mas eles se foram para sempre.
Há alguns anos fui também abraçada de uma forma bem diferente, excentricamente, encantadoramente, incendiantemente, estonteantemente e concentricamente rumo a minha alma. Abraços deliciosos.
Ontem foram abraços de pessoas estranhas, pessoas que vi pela primeira vez e seus abraços me fizeram sorrir com a alma e eu feito uma criança abraçava-os sempre que tinha uma nova oportunidade e suas receptividades me levavam ao abandono de encontro ao colo que tenho sentido falta ultimamente.
Foi muito gostoso e revitalizante.
Hoje encontrei meu querido amigo Caneca na rua e nos abraçamos demoradamente como nunca dantes nos abraçamos, foi tão bom! E repetimos abraços para matar as saudades que tínhamos um do outro.
Creio que minha carência de abraços já está saindo do negativo, mas não quero mais deixar o nível de abraços negativar novamente na minha vida, então preparem-se porque eu vou abraçar e é muuuuuuiiiiiiiiittttttttttoooooooooo.
Hilzia Elane
agosto/2012