domingo, 29 de maio de 2011

GERAÇÃO Y - O QUE VEM A SER?


Intrigada com um papo que tive com queridos amigos em Paraty sobre nossos filhos, resolvi entender melhor esse novo conceito que já tinha ouvido falar e não dei a mínima, com a preconceita atitude do medo do novo, de achar besteira o diferente daquilo que são as minhas verdade e me fixar em atitudes enraizadas de um mundo que já não existe mais.
É um conceito que tenho vivenciado muito de perto desde que meu filho completou 13 anos e venho percebendo que as histórias se repetem em outras casas e família. 

Ao pesquisar sobre um significadodo do que seja a geração Y, encontrei o texto curto que reproduzo abaixo na Wikipédia.

“A geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da Internet, é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, à corte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela geração Z."

Não satisfeita com essa simples explicação resolvi emburacar nas pesquisas e direcionada por uma querida amiga acabei lendo um livro bem esclarecedor que me ajudou muito a entender e aceitar alguns comportamentos da minha cria, não que eu tenha deixado de ficar preocupada, afinal sou geração X, mas o desespero passou e estou prestando mais atenção nessa geração e tentando, eu disse tentando, mudar alguns conceitos que são arcaicos e não, definitivamente não,  me aproximam dessa geração alimentando conflitos desnecessários.

De vez em quando vou postar algumas informações do livro no meu blog.

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que  não usamos, na prudência egoísta que nda arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável, o sofrimento é opcional! " (Carlos Drummon)

Mudar é preciso, viver não é preciso

TALENTO FAMILIAR - MINHA IRMÃ POETA

Existem momentos que a gente pensa estar tudo perdido,


mas também existem outros que tudo está perdido quando a gente pensa.

Existem momentos que a gente sente as lágrimas correrem os nossos olhos,

mas também existem outros que as nossas lágrimas correm os nossos olhos quando a gente sente.

Existem momentos que a gente acha que está sorrindo,

mas também existem outros que o nosso sorriso se acha.

Existem momentos que a gente acredita que o coração está batendo,

mas também existem outros que o que bate na gente é o coração.

(Edilane Almeida - 29/04/2011)

sábado, 28 de maio de 2011

PASSADO AUSÊNCIA


Hoje amanheci com uma questão pairando sobre minha cabeça.

Tenho ouvido e assumido como verdade a célebre frase: O passado não existe, o futuro ainda não chegou e o que importa é o PRESENTE, O AGORA.

Mas, essa semana meu passado veio com muita força me reencontrar, mesmo eu assumindo a postura de que ele já era que o importante é o que estou vivendo no momento o fato é que ele sempre será.

E por isso ele se dá ao desfrute de me visitar quando bem entender. Eu é que tenho que enxotá-lo caso não queira estar com ele. E vamos combinar não pensar no passado é tão mais relaxante para estar no agora, não é? Faz nos sentir verdadeiro, leve no novo modo de vida escolhido. Faz nos filosofar até dizendo que "devemos plantar flores no caminho se quisermos perfumes".

Será que é por isso que não nos lembramos do passado antes dessa vida?

Tá bom, podemos até não querer lembrar dele para nossa preservação, mas se a gente for fazer uma profunda análise ele está embutido na nossa essência, no nosso jeito de ser no agora e por mais que a gente corra ele nos alcança na hora que ele quiser alcançar.

Se considerarmos o passado como algo que já era estamos condenados a não ter mais História. Não teríamos noção de como nosso país foi iniciado, não saberíamos lidar com nossos netos, afinal se nossos filhos cresceram e o momento em que cuidamos deles como criança já era, então não saberíamos os cuidados básicos para com uma outra criança nesse nosso agora que naquela época era um futuro!

Teríamos que iniciar tudo de novo, jogar nossas experiências fora e iniciar uma nova história, com novos personagens, desvalorizando em cada agora o que foi vivido no passado. O passado virou nada, tudo vivido não vale um tostão furado. O passado líquido.

Creio que dar ao passado o título de “JÁ ERA” e de dar ao “AGORA” uma importância tamanha tem a ver com nosso instinto de sobrevivência, tem a ver com o nosso medo de olhar o que fomos porque queremos fugir do que nos fez mal, do que fizemos mal e inventar um novo agora é a saída para não sucumbirmos ao lado negro da força que existe em cada um de nós.

Lidar com o passado, resolvendo suas pendências, em minha opinião é o mais sensato. Mantendo-o em seu lugar de passado, respeitando-o, respeitando as pessoas que fizeram parte dele e reescrever seu agora sem eliminá-lo, fingindo esquecê-lo - porque meu caro leitor não se esquece nada vivido, seja ele um momento ruim ou bom.

Acredito que isso magoaria menos seus participantes e nos deixaria seguir em frente de cabeça erguida sem fazer do agora uma constante fuga, disfarçada de palavras bonitas, bem colocadas, manipuladas sem nenhuma profundidade, sem nenhuma emoção, com o intuito de afastar o passado que como já disse não se afastará. Vamos apenas dar ao futuro próximo uma negritude de relações com a bandeira de um AGORA novo. Não resolver as pendências do passado é envelhecer com uma bola de ferro no calcanhar.

Claro, todos nós temos o que espertamente chamamos de livre arbítrio – evocado sempre em situações que nos favoreçam – dane-se o livre arbítrio do outro, e viver dessa forma é uma opção para aqueles que não têm a coragem de se olhar e perceber sua responsabilidade no processo, que preferem deixar as coisas rolarem empurrando com a barriga, manipulando resultados satisfatórios a seu favor, são para aqueles que não são fortes o suficientes para pedir desculpas, assumir erros, voltar atrás porque voltar atrás denota fraqueza, denota derrota.

Talvez seja também para aqueles que se dão o direito de julgar, condenar e impingir sentenças punitivas. Para aqueles que se sentem ofendidos e acreditam que nunca ofenderam, para os que não acreditam na lei da “ação e reação”. Para aqueles que não vão ao encontro simplesmente porque um dia determinaram não ir mais, são para os que têm razões e verdades indissolúveis e os que determinam o número de chances que devem dar ao outro de errar.

Esses fazem do passado ausência no presente. Então a vivência de anos no passado se transforma em nada num presente. Para que reinvestir? Para que tentar? Para que procurar os porquês? Melhor se calar e deixar as coisas irem acontecendo até serem esquecidas ou resolvidas de uma forma que não desprenda esforço e que não venha a tona suas responsabilidades.

Esses acumulam dívidas, perdem momentos irrecuperáveis, perdem a oportunidade de preservarem amizades, magoam pessoas, mas seguem confiantes num futuro diferente, com novos perfumes, novas histórias, fingindo bom caráter aos desavisados e acorrentados a um passado não bem resolvido.

Negar o passado, negar resolver suas questões com imposições tirânicas é protelar seu encontro, é postergar a felicidade. Em minha opinião é insanidade da boa.


Hilzia Elane
28.05.2011




sexta-feira, 13 de maio de 2011

MEU MOMENTO COMER, REZAR E AMAR

"Física da Procura
Uma força inatura governada por leis tão verdadeiras quanto a lei da gravidade.
A regra é mais ou menos assim:

Se você for corajoso o bastante para deixar tudo para trás que lhe é familiar e cômodo, que pode ser
qualquer coisa: sua casa, mágoa, ressentimentos e planejar uma viagem de busca verdadeira tanto externa como interna.
E se estiver realmente disposto a encarar tudo o que acontecer com você como uma pista.
E aceitar todos que encontrar nesse caminho como professores.
E se estiver preparado acima de tudo à enfrentar e perdoar algumas verdades bem difíceis sobre si mesmo.
Então, a VERDADE não lhe será negada."

quinta-feira, 12 de maio de 2011

My dear ...


Nao julgue o que faço ou deixo de fazer.

Isso já cansou, realmente cansou.

Voce não está próximo para saber e essa versao é apenas sua, pela sua ótica a meu ver caótica.

O fato é que há muito tempo estamos em compassos diferentes.

Quanto a esse tempo relembrado por você agora, sinceramente acho que já o esgotamos, o que havia ainda para ser considerado já foi.

Não vamos falar do nosso passado agora já que ele foi tão irrelevante em outros momentos para você. Deixe-o bem enterrrado como você me disse um dia que o enterrou. e não se esqueça de que eu faço parte dele.
O fato é que fomos e agora somos outros bem diferentes, com outras possibilidades - as minhas UAU muito melhores.

Você não é meu amigo, não insista com essa demagogia.

Você diz que complico as coisas, que só vejo o meu lado, que manipulo e sou autoritária.

Voce diz que as suas decisões são boas para os outros sempre e o que penso são bobagens.

Voce diz que quero tudo ao meu modo, do meu jeito, que nao tenho bom senso,

Que nao tenho "razões" para,  que não o respeito.

Que raio de amigo é você que não me enxerga e não se enxerga, que não me aceita e não se aceita?
Que conceito de amizade essa cabeça formulou e rotulou tão sem noção????

NÃO SOU ASSIM, dizer isso de mim não torna isso verdadeiro.
Não faça comigo o que você não admite que façam com você.

Fique em paz, mas longe.